Entre Urnas e Algemas
Portuguese

Entre Urnas e Algemas lyrics

AlbumA Artilharia Continua
Year2014
GenreHip Hop Rap
Original languagePortuguese
Views11
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Text size 18

Original lyrics

PT
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Cidade da qualidade, codinome cidade lixo Entre urnas e algemas cidadão é igual bicho Fardado corrupto fechado com o ladrão O político viaja com o dinheiro da nação No beco escondido a arma tá engatilhada Inocente apanha mesmo sem ter feito nada Um tiro que cala todos numa rua Foi a mando do arrombado que tu votou lá na urna Bandeiraço na faixa com direito a carreata Filha da puta se elege e deixa a passagem cara Escola sem diretor, vilas se afundam no barro Quem era pra proteger só faz rondinha de carro Humilhação na rua, mano com a cara no asfalto Se não curtem teu rosto é preso por desacato Abuso de autoridade, porco na corrupção Nos calam a tiros, cidade da opressão A voz do povo ninguém cala, o ideal nunca morre Governo ladrão, sempre fazendo seu corre Um atentado da massa, que promete sempre o melhor O gambé tá na cheirando um pó Um choque no cidadão, que sempre é iludido Em fase de eleição todos são protegidos Prefiro falar a verdade, governo sem respeito Se não cumpre o que promete, bobeou tiro no peito Ouvi um tiro na quebrada, mas não foi o traficante Foi o gambé que faz sua arma de alto-falante Amedrontam o nosso povo como se fosse uma gangue Ao invés de pregar a paz, eles querem é ver sangue O vereador que prometeu um barraco com mobília Acha que me contento com o bolsa família A caixa de leite e água dentro da geladeira Vai pro recém-nascido veneno na mamadeira Trabalhador que se fode no dia a dia O playboy milionário forja sequestro da filha Pra mostrar que o mal é o povo da favela Mas geral pegou tua filha, mó puta cadela Reuniao dentro da câmara vira pancadaria Derrubam o prefeito pego com notas frias E isso que suja, denigre a cidade Preconceito, guerrilha, morte e desigualdade A voz do povo ninguém cala, o ideal nunca morre Governo ladrão, sempre fazendo seu corre Um atentado da massa, que promete sempre o melhor O gambé tá na cheirando um pó Um choque no cidadão, que sempre é iludido Em fase de eleição todos são protegidos Prefiro falar a verdade, governo sem respeito Se não cumpre o que promete, bobeou tiro no peito

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