O Glutão em Seu Êxtase
Portugués

Letra de O Glutão em Seu Êxtase

GéneroSertanejo
Idioma originalPortugués
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Letra original

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No caldeirão titânico fervilha a gula delirante Entranhas condimentadas em unção quase sacral O glutão, sacerdote de apetite extravagante Consagra a existência num banquete fenomenal Entre dentições vorazes e elixires de especiaria arcana Ele interroga o cosmo com a boca ainda em mastigação Pois crê que na digestão reside a chave soberana De toda metafísica e sua última revelação Vamos comer até explodir, hahahahah Ó gula, sua filosofia é um delírio intestinal Promete um absoluto que evapora no paladar Faz do homem um oráculo obeso e cerimonial Que busca na fartura aquilo que não pode degustar Abençoado seja cada banquete Mas cada iguaria devorada em fruição carnal Restitui apenas um vácuo mais amplo e mais voraz Como se o próprio sentido, em teatro visceral Fugisse rindo do ventre que jamais se satisfaz Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô Vamos comer até explodir, hahahahah Ó gula, sua filosofia é um delírio intestinal Promete um absoluto que evapora no paladar Faz do homem um oráculo obeso e cerimonial Que busca na fartura aquilo que não pode degustar Abençoado seja cada banquete No caldeirão titânico fervilha a gula delirante Entranhas condimentadas em unção quase sacral O glutão, sacerdote de apetite extravagante Consagra a existência num banquete fenomenal Entre dentições vorazes e elixires de especiaria arcana Ele interroga o cosmo com a boca ainda em mastigação Pois crê que na digestão reside a chave soberana De toda metafísica e sua última revelação Vamos comer até explodir, hahahahah Ó gula, sua filosofia é um delírio intestinal Promete um absoluto que evapora no paladar Faz do homem um oráculo obeso e cerimonial Que busca na fartura aquilo que não pode degustar Abençoado seja cada banquete Mas cada iguaria devorada em fruição carnal Restitui apenas um vácuo mais amplo e mais voraz Como se o próprio sentido, em teatro visceral Fugisse rindo do ventre que jamais se satisfaz Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô Vamos comer até explodir, hahahahah Ó gula, sua filosofia é um delírio intestinal Promete um absoluto que evapora no paladar Faz do homem um oráculo obeso e cerimonial Que busca na fartura aquilo que não pode degustar Abençoado seja cada banquete Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô Vamos comer até explodir, hahahahah Ó gula, sua filosofia é um delírio intestinal Promete um absoluto que evapora no paladar Faz do homem um oráculo obeso e cerimonial Que busca na fartura aquilo que não pode degustar Abençoado seja cada banquete

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