Eu Não Tenho Onde Morar/ Não Tenho Lágrimas/
Portugués

Letra de Eu Não Tenho Onde Morar/ Não Tenho Lágrimas/

ÁlbumA Vida Me Faz Viver
Año1992
GéneroSamba
Duración3:19
Idioma originalPortugués
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Tamaño 18

Letra original

PT
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Pout-pourri): (Eu Não Tenho Onde Morar) (Dorival Caymmi) Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Mas eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Eu nasci pequenininho Como todo mundo nasceu Todo mundo mora direito Quem mora torto sou eu Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Vivo na beira da praia Com a sorte que Deus me deu Maria mora com as outras Quem paga o quarto sou eu Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Mas eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia Eu não tenho onde morar É por isso que eu moro na areia (Não Tenho Lágrimas) (Milton de Oliveira - Max Bulhões) Quero chorar, não tenho lágrimas Que me rolem nas faces pra me socorrer Se eu chorasse, talvez desabafasse O que eu sinto no peito, não posso dizer Só porque não sei chorar Eu vivo triste a sofrer Quero chorar, não tenho lágrimas Que me rolem nas faces pra me socorrer Se eu chorasse, talvez desabafasse O que eu sinto no peito, não posso dizer Só porque não sei chorar Eu vivo triste a sofrer Estou certo que o riso Não tem nenhum valor A lágrima sentida É o retrato de uma dor O destino assim quis De mim te separar Eu quero chorar, não posso Vivo a implorar Quero chorar, não tenho lágrimas Que me rolem nas faces pra me socorrer Se eu chorasse, talvez desabafasse O que eu sinto no peito, não posso dizer Só porque não sei chorar Eu vivo triste a sofrer Quero chorar, não tenho lágrimas Que me rolem nas faces pra me socorrer Se eu chorasse, talvez desabafasse O que eu sinto no peito, não posso dizer Só porque não sei chorar Eu vivo triste a sofrer Estou certo que o riso Não tem nenhum valor A lágrima sentida É o retrato de uma dor O destino assim quis De mim te separar Eu quero chorar, não posso Vivo a implorar (Maracangalha) (Dorival Caymmi) Eu vou pra Maracangalha, eu vou Eu vou de chapéu de palha, eu vou Eu vou de uniforme branco, eu vou Eu vou convidar Anália, eu vou Eu vou pra Maracangalha, eu vou Eu vou de chapéu de palha, eu vou Eu vou de uniforme branco, eu vou Eu vou convidar Anália, eu vou Eu vou pra Maracangalha, eu vou

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