Recortes da Alvorada
Portugués

Letra de Recortes da Alvorada

Duración3:32
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Havia noites, madrugadas Sonhos, alvoradas e muito amor Havia vozes na estrada Gritos e mais nada e muito calor E dia louco, após dia Sono que não vinha Tanto a dispersar Maluco, santo eu não era Mas eu já queria brincar de cantar Menino, brincando na terra Não havia guerra nesse meu lugar Fingia que era uma beato Fugia pro mato, brincar de rezar E mesmo conhecendo o medo Dizia ser cego, não ousava ver Os mouros que se imaginava Que sempre cantava Para o rio nascer E antes de raiar o dia A voz que saía resmungava ser Um grilo que cantarolava Pela madrugada sem se esquecer Que o louco que eu já era Feito uma quimera mergulhava em mim Buscando a face verdadeira Aquela primeira Mas só via o fim Buscando a face verdadeira Aquela primeira Mas só via o fim

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