Babilônia
Portugués

Letra de Babilônia

Duración4:40
Idioma originalPortugués
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Letra original

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Falsas promessas, conversa fiada. De terno e gravata manipulam a massa. Comprando sua fé quase de graça. Neste teatro de cenas criadas. Aqui nesse circo quase sem graça. (Que foi armado pra você) O som é pesado, coração armado. A mente agindo pensamento aguçado. O sonho nasceu, o sonho cresceu a gente correu. Sentindo o tom que só a mente vê. (Tudo foi feito pra você) Preso em meio as garras dessa babilônia. Seja a resistência que os envergonha. Ninguém vai dizer o que devemos fazer aqui não. Sem perder o foco, corra depressa. Atrás de tudo que a vida lhe reserva. Se matar é olhar pra trás. Não vire agora, não olhe agora. Falsas promessas, conversa fiada. De terno e gravata manipulam a massa. Comprando sua fé quase de graça. Neste teatro de cenas criadas. Aqui nesse circo quase sem graça. (Que foi armado pra você). O som é pesado, coração armado. Corins agindo pensamento aguçado. O sonho nasceu, o sonho cresceu a gente correu. Sentindo o tom que só a mente vê. (Tudo foi feito pra você). Preso em meio as garras dessa babilônia. Seja a resistência que os envergonha. Ninguém vai dizer o que devemos fazer aqui não. Sem perder o foco, corra depressa. Atrás de tudo que a vida lhe reserva. Se matar é olhar pra trás. Não vire agora, não olhe agora. Preso em meio as garras dessa babilônia. Seja a resistência que os envergonha. Ninguém vai dizer o que devemos fazer aqui não. Sem perder o foco, corra depressa. Atrás de tudo que a vida lhe reserva. Se matar é olhar pra trás. Não vire agora, não olhe agora. (Falsas promessas, conversa fiada Eles vendem a fé manipulam a massa) (Falsas promessas, conversa fiada Eles vendem a fé manipulam a massa) (Falsas promessas, conversa fiada. Eles vendem a fé manipulam a massa) (Falsas promessas, conversa fiada Eles vendem a fé manipulam a massa) Preso em meio as garras dessa babilônia. Seja a resistência que os envergonha. Ninguém vai dizer o que devemos fazer aqui não. Sem perder o foco, corra depressa. Atrás de tudo que a vida lhe reserva. Se matar é olhar pra trás. Não vire agora, não olhe agora. Preso em meio as garras dessa babilônia. Seja a resistência que os envergonha. Ninguém vai dizer o que devemos fazer aqui não. Sem perder o foco, corra depressa. Atrás de tudo que a vida lhe reserva. Se matar é olhar pra trás. Não vire agora, não olhe agora Não vire agora, não olhe agora (Tudo foi feito pra você!)

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