Cobra Venenosa (part. José Camillo e Rolando Boldrin)
Portugués

Letra de Cobra Venenosa (part. José Camillo e Rolando Boldrin)

ÁlbumMeu Reino Encantado (Vol. 2)
Año2003
GéneroSertanejo
Duración3:19
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Ocê talvez não conhece o veneno que as cobras têm Pois elas quando dá o bote balança o guizo também A cascavel, traiçoeira quando ela quer se vingar Balança o guizo contente na hora dela pegar A urutú é perigosa, de ruim não se manifesta É cobra tão venenosa que traz uma cruz na testa Jaracuçu Deus nos livre quando ele chega a picar Deixa o sinal de seus dentes e a cicatriz no lugar Mas eu lhe digo a verdade, por cobra eu já fui picado Por cascavel, caninana e urutú este malvado De todas já me livrei desse veneno amargura Existe um contra-veneno por isso tudo se cura Mas tem uma cobra do mato cabocla lá do sertão Que traz veneno nos olhos e ataca no coração Dessa uma vez fui picado, um dia só por maldade Que ainda trago o veneno, na cicatriz da saudade Já vai fazer quase um ano Que eu deixei o meu sertão Por um veneno do olhos Que atingiu o meu coração Uma cabocla do mato Que tanto mal tem me feito Uma olhada me deu Foi um veneno perfeito Esta cobra venenosa Cobra em forma de gente Talvez a mais perigosa Pode matar de repente Procurei tantos remédios Andei por toda cidade Mas qual o que não existe Nada que cure a saudade Agora vou repetir A história mais dolorosa Essa cabocla do mato É a cobra mais venenosa

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