Vila do Sossego
Portugués

Letra de Vila do Sossego

Duración1:21
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam Em seus papiros Papillon já me dizia Que nas torturas toda carne se trai Que normalmente, comumente, fatalmente, felizmente, Displicentemente o nervo se contrai, oh, com precisão Nos aviões que vomitavam pára-quedas Nas casamatas, caso vivas, caso morras E nos delírios meus grilos temer O casamento, o rompimento, o sacramento, o documento Como um passatempo quero mais te ver, oh, com aflição Meu treponema não é pálido nem viscoso E os meus gametas se agrupam no meu som E as querubinas meninas rever Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço Chamo o Padre "Ciço" para me benzer, oh, com devoção

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