Versito da Estrela D'alva
Portugués

Letra de Versito da Estrela D'alva

ÁlbumCavalo Das Américas
Año2011
GéneroNativista
Duración3:08
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Um Baio Ruano amilhado, mais que um cavalo, um gavião Desses que voam do chão pra dar c'o as asas no céu Que, se lhe atiro o sovéu, fica bufando na forma Porque é domado com a norma da aba do meu chapéu Domei o meu Baio Ruano, Amarilho, Sol poente C'o a ciência do penitente, do saber como se faz Ao jeitão do capataz, sacando boi do rodeio Pela barbela do freio sem deixar nada pra trás Domei o meu Baio Ruano, Amarilho, Sol poente C'o a ciência do penitente, do saber como se faz Ao jeitão do capataz, sacando boi do rodeio Pela barbela do freio sem deixar nada pra trás A lo largo, o par de espora apresilhada na bota Um relincho pela grota, crua lonca campechana A lavareda aragana, o Sol do primeiro raio São do pelo do meu Baio numa alvorada pampeana De a cavalo, faço atalhos de norte a sul, corto rumos Pelo Rio Grande, me aprumo da Vista Alegre ao Lajeado Dos Lagoões ao Pau Fincado, pelo Rincão da Bonita Presa no laço de fita ao velho pago sagrado Quero dizer aos amigos e aos meus irmãos de cadência Quando eu campear de querência, liberto seja o cavalo Pra que n’algum intervalo de contraponto ao minuano Eu sente as garras no Ruano c'o estas coplas no gargalo Quero dizer aos amigos e aos meus irmãos de cadência Quando eu campear de querência, liberto seja o cavalo Pra que n’algum intervalo de contraponto ao minuano Eu sente as garras no Ruano c'o estas coplas no gargalo C'o estas coplas no gargalo, c'o estas coplas no gargalo

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