Ecos da Forja
Portugués

Letra de Ecos da Forja

Idioma originalPortugués
Vistas4
AaLectura
Tamaño 18

Letra original

PT
La traducción todavía no está disponible. Mostramos la letra original.
Do cinzel ao ferro, o homem se fez rei Mas o trono em chamas cedo se desfez Ergueu do nada sua imortal morada E moldou no fogo a própria espada O brilho nas mãos cegou-lhe o olhar Fez da centelha o seu altar Nasceu a ruína, entre o rugido e a dor No próprio ferreiro criou-se o terror E o aço canta, num tom de lamento Forjado em culpa, moldado em tormento Cada golpe ecoa nos céus rompidos O grito dos deuses, agora em nós, feridos Ecos da forja rugem no ar! O som do pecado volta a chamar! Nas chamas do tempo ecoa o erro O homem forjou o próprio desterro! A chama ascendeu, contra quem a criou! O ferro partiu, e o mármore tombou! A forja estalou, gritou o martelo! O fogo sagrado tornou-se flagelo! Da glória à ruína, do fogo ao frio Restou só o eco do próprio vazio! O Deus que criamos, no fim nos julgou! Sob o céu rachado, o aço calou! Ecos da forja! Ouçam o aviso! O som dos deuses virou castigo! Da chama nascida, a lição final Quem busca ser Deus, reencontra o metal!

Más de Forja do Caos

Forja do Caos →

Letras relacionadas