Letra original
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Quando em meio à soledade
A Lua esplende no sertão
Um trovador canta à viola uma canção
Um trovador canta à viola uma canção
Quando em meio à soledade
A Lua esplende no sertão
Um trovador canta à viola uma canção
Um trovador canta à viola uma canção
Viola tão tristonha, repleta de amargor
Sertanejo quando sonha
Lembra sempre o seu amor
Viola tão tristonha, repleta de amargor
Sertanejo quando sonha
Lembra sempre o seu amor
Tua voz é amargurada como o canto da perdiz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz
Tua voz é amargurada como o canto da perdiz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz
Assim, abandonado, no meio do sertão
Os suspiros desolados saem do seu coração
Assim, abandonado, no meio do sertão
Os suspiros desolados saem do seu coração