Samba-Enredo 2026 - Vozes Ancestrais Para Um Novo Amanhã
Portugués

Letra de Samba-Enredo 2026 - Vozes Ancestrais Para Um Novo Amanhã

GéneroSamba Enredo
Idioma originalPortugués
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Yandê, Yandê, vai tremer a terra Eu sou de paz, mas tô pronto pra guerra Flecha que aponta novas direções Tenho lado nessa luta, sou Gaviões, sou Gaviões Yandê, Yandê, vai tremer a terra Eu sou de paz, mas tô pronto pra guerra Flecha que aponta novas direções Tenho lado nessa luta, sou Gaviões Yakoana Me revela Xapiri Um caminho a reluzir Entre as matas um brilho de estrelas Tudo parecia sonho No leito risonho da mãe natureza Onde o rio beijou o chão Eu plantei uma nação Que no amanhã renascerá Pois Omama desenhou Um dia, semente, no outro, a flor Sou Tapajó, Cariri, Caeté Um Potiguar, Tupi, Canindé A voz da resistência, a lança ancestral No peito do Brasil colonial (eu sou, eu sou) Sou Tapajó, Cariri, Caeté Um Potiguar, Tupi, Canindé A voz da resistência, a lança ancestral No peito do Brasil colonial Xawara devora o sonho e a mata padece Mas eu sou a voz que conhece O segredo das nossas raízes Encantar é luz pra vencer cicatrizes Ó mãe hostil Só uma vez, escute os filhos deste solo A quem foi negado o teu colo Pra ser Guajupiá de quem te ama É hora de reflorestar o pensamento Quem sabe o sonho volte como vento O marco do futuro é Pindorama! Yandê, Yandê, vai tremer a terra Eu sou de paz, mas tô pronto pra guerra Flecha que aponta novas direções Tenho lado nessa luta, sou Gaviões, sou Gaviões Yandê, Yandê, vai tremer a terra Eu sou de paz, mas tô pronto pra guerra Flecha que aponta novas direções Tenho lado nessa luta, sou Gaviões, sou Gaviões Yakoana Me revela Xapiri Um caminho a reluzir Entre as matas um brilho de estrelas Tudo parecia sonho No leito risonho da mãe natureza Onde o rio beijou o chão Eu plantei uma nação Que no amanhã renascerá Pois Omama desenhou Um dia, semente, no outro, a flor Sou Tapajó, Cariri, Caeté Um Potiguar, Tupi, Canindé A voz da resistência, a lança ancestral No peito do Brasil colonial (eu sou, eu sou) Sou Tapajó, Cariri, Caeté Um Potiguar, Tupi, Canindé A voz da resistência, a lança ancestral No peito do Brasil colonial Xawara devora o sonho e a mata padece Mas eu sou a voz que conhece O segredo das nossas raízes Encantar é luz pra vencer cicatrizes Ó mãe hostil Só uma vez, escute os filhos deste solo A quem foi negado o teu colo Pra ser Guajupiá de quem te ama É hora de reflorestar o pensamento Quem sabe o sonho volte como vento O marco do futuro é Pindorama! Yandê, Yandê, vai tremer a terra Eu sou de paz, mas tô pronto pra guerra Flecha que aponta novas direções Tenho lado nessa luta, sou Gaviões, sou Gaviões Yandê, Yandê, vai tremer a terra Eu sou de paz, mas tô pronto pra guerra Flecha que aponta novas direções Tenho lado nessa luta, sou Gaviões, sou Gaviões Yandê, Yandê, vai tremer a terra!

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