Samba-Enredo 2026 - Camaleônico
Portugués

Letra de Samba-Enredo 2026 - Camaleônico

GéneroSamba Enredo
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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(Eu juro que é melhor se entregar) (Ao jeito felino, provocador) (Minha Imperatriz) Devoro pra ser devorado Não vejo pecado ao sul do Equador Se joga na festa, esquece o amanhã Minha escola na rua pra ser campeã Se joga na festa, esquece o amanhã Minha escola na rua pra ser campeã Vem, meu amor Vamos viver a vida Bota pra ferver, que o dia vai nascer feliz na Leopoldina Vem, meu amor Vamos viver a vida Bota pra ferver, que o dia vai nascer feliz na Leopoldina Sou meio homem, meio bicho O silêncio e o grito Pássaro-mulher Que pinta a verdade no rosto Traz a coragem no corpo E nunca esconde o que é Pelo visível, indefinível Ressignifica o frágil O que confunde é o desbunde Do que desafia o fácil Canto com alma de mulher Arte que sabe o que quer E não se esqueça Eu sou o poema que afronta o sistema A língua no ouvido de quem censurar Livre para ser inteiro, pois Sou homem com H Eu sou o poema que afronta o sistema A língua no ouvido de quem censurar Livre para ser inteiro, pois Sou homem com H E como sou O bicho, bandido, pecado e feitiço Pavão de mistérios, rebelde, catiço A voz que a cálida rosa deu nome A força de Atenas que o mau não consome O sangue latino que vira Vira, vira lobisomem Eu juro que é melhor se entregar Ao jeito felino, provocador Devoro pra ser devorado Não vejo pecado ao sul do Equador Se joga na festa, esquece o amanhã Minha escola na rua pra ser campeã Se joga na festa, esquece o amanhã Minha escola na rua pra ser campeã Vem, meu amor Vamos viver a vida Bota pra ferver, que o dia vai nascer feliz na Leopoldina Vem, meu amor Vamos viver a vida Bota pra ferver, que o dia vai nascer feliz na Leopoldina Sou meio homem, meio bicho O silêncio e o grito Pássaro-mulher Que pinta a verdade no rosto Traz a coragem no corpo E nunca esconde o que é Pelo visível, indefinível Ressignifica o frágil O que confunde é o desbunde Do que desafia o fácil Canto com alma de mulher Arte que sabe o que quer E não se esqueça Eu sou o poema que afronta o sistema A língua no ouvido de quem censurar Livre para ser inteiro, pois Sou homem com H Eu sou o poema que afronta o sistema A língua no ouvido de quem censurar Livre para ser inteiro, pois Sou homem com H E como sou O bicho, bandido, pecado e feitiço Pavão de mistérios, rebelde, catiço A voz que a cálida rosa deu nome A força de Atenas que o mau não consome O sangue latino que vira Vira, vira lobisomem Eu juro que é melhor se entregar Ao jeito felino, provocador Devoro pra ser devorado Não vejo pecado ao sul do Equador Se joga na festa, esquece o amanhã Minha escola na rua pra ser campeã Se joga na festa, esquece o amanhã Minha escola na rua pra ser campeã Vem, meu amor Vamos viver a vida Bota pra ferver, que o dia vai nascer feliz na Leopoldina Vem, meu amor Vamos viver a vida Bota pra ferver, que o dia vai nascer feliz na Leopoldina

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