Samba-enredo 2023 - É Onda Que Vai… É Onda Que Vem… Serei a Baía de Todos Os Santos a Se Mirar No Samba da Minha Terra
Portugués

Letra de Samba-enredo 2023 - É Onda Que Vai… É Onda Que Vem… Serei a Baía de Todos Os Santos a Se Mirar No Samba da Minha Terra

GéneroSamba Enredo
Duración5:54
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Um banho de axé pra purificar Um banho de axé nas águas de Oxalá Sou tijucano rompendo quebrantos Eu canto a Baía de Todos os Santos Um banho de axé pra purificar Um banho de axé nas águas de Oxalá Sou tijucano rompendo quebrantos Eu canto a Baía de Todos os Santos Oh, Mãe deste meu espelho d'água O mar interior tupinambá Kirimurê das ondas mansas Onde aprendi a navegar No primeiro de novembro Da real capitania No olhar dos invasores A cobiça, a maresia Nesse eterno dois de julho Sou caboclo rebelado Terra que banho de luta Pau Brasil, barril dobrado Ilu Ayê toca o sino da igrejinha Ilê Ayê atabaques e agogôs Pra louvar meu Santo Antônio Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô) Ilu Ayê toca o sino da igrejinha Ilê Ayê atabaques e agogôs Pra louvar meu Santo Antônio Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô) Beira de Baía que desagua minha fé Pode ser na missa ou no xirê do candomblé Marinheiro só, marinheiro só O leme do meu Saveiro Quem conduz é o Pai Maior Bota dendê e um cadinho de pimenta Que a marujada vem provar o vatapá É no mercado, na Lapinha ou na Ribeira Se tem samba e capoeira Camafeu também está Odoyá Mamãe sereia Orayeyeô Mamãe do Ouro No encontro dessas águas, reluziu o meu tesouro Oh, paí ó! É carnaval, onde a fantasia é eterna Com a Tijuca, a paz vence a guerra E viver será só festejar E viver será só festejar Um banho de axé pra purificar Um banho de axé nas águas de Oxalá Sou tijucano rompendo quebrantos Eu canto a Baía de Todos os Santos Um banho de axé pra purificar Um banho de axé nas águas de Oxalá Sou tijucano rompendo quebrantos Eu canto a Baía de Todos os Santos Oh, Mãe deste meu espelho d'água O mar interior tupinambá Kirimurê das ondas mansas Onde aprendi a navegar No primeiro de novembro Da real capitania No olhar dos invasores A cobiça, a maresia Nesse eterno dois de julho Sou caboclo rebelado Terra que banho de luta Pau Brasil, barril dobrado Ilu Ayê toca o sino da igrejinha Ilê Ayê atabaques e agogôs Pra louvar meu Santo Antônio Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô) Ilu Ayê toca o sino da igrejinha Ilê Ayê atabaques e agogôs Pra louvar meu Santo Antônio Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô) Beira de Baía que desagua minha fé Pode ser na missa ou no xirê do candomblé Marinheiro só, marinheiro só O leme do meu Saveiro Quem conduz é o Pai Maior Bota dendê e um cadinho de pimenta Que a marujada vem provar o vatapá É no mercado, na Lapinha ou na Ribeira Se tem samba e capoeira Camafeu também está Odoyá Mamãe sereia Orayeyeô Mamãe do Ouro No encontro dessas águas, reluziu o meu tesouro Oh, paí ó! É carnaval, onde a fantasia é eterna Com a Tijuca, a paz vence a guerra E viver será só festejar E viver será só festejar Um banho de axé pra purificar Um banho de axé nas águas de Oxalá Sou tijucano rompendo quebrantos Eu canto a Baía de Todos os Santos Um banho de axé pra purificar Um banho de axé nas águas de Oxalá Sou tijucano rompendo quebrantos Eu canto a Baía de Todos os Santos Oh, Mãe deste meu espelho d'água O mar interior tupinambá Kirimurê das ondas mansas Onde aprendi a navegar No primeiro de novembro Da real capitania No olhar dos invasores A cobiça, a maresia

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