Canto do Carreteiro
Portugués

Letra de Canto do Carreteiro

GéneroNativista
Duración3:59
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Sonolento fim de tarde De um retrato de verão Cascos que vieram de longe Martelando sobre o chão, Pés descalços na poeira Marcas de calo na mão Lábios que juntão sem pressa Fragmentos da canção: (refrão) Vai carreta ,vai.. Rodando vai..., Que o tempo é patrão Em cada roda que gira Cortas tiras deste chão Vai boiada, vai... Que a bocas que chorão, Que fome de grão (2x) E a terra que o boia amassa, Vem a massa do meu pão A noite vem a saudade Se chega branda e faceira Cantando frases perdidas Da toada carreteira As mãos num gesto de fadas Torcendo vestes caseiras Pendurão trapos de sonhos Nos arames da porteira (refrão) Ainda a ultima brasa Teima em ficar acordada, Queimando um resto de vida Na fogueira já cansada E lá se vai o carreteiro Deixando a trás a toada Escrita em letra de poeira Pelos cascos da boiada (refrão) (refrão)

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