Memorial do Tempo
Portugués

Letra de Memorial do Tempo

GéneroNativista
Duración4:57
Idioma originalPortugués
Vistas108
AaLectura
Tamaño 18

Letra original

PT
La traducción todavía no está disponible. Mostramos la letra original.
Mundo velho já faz tempo Me adentro ao campo da alma São incursões verdadeiras Coisas de terra e capim Prolongamentos de mim Circunstâncias de uma raça Legendas de pátria gaucha Que não morrerá assim A sagração das taperas Guarda orações de silêncios Comungando com os ventos De quem já não vive nelas Pois assinalam querências Memorial de identidades Traduzindo no seu eu O coração da saudade Renovando a raça antiga Sem me apartar do que fui E o que sou é o bisavô Navegando no meu basto Ao cruza-las verifico Que é meu povo campo e alma Cavalo, encilha, guitarra O que assim me justifico E se no mais eu insisto Em frutificar saudades Porque é delas as verdades Conservando o que acredito Daí então este tempo Que as taperas assinalam Vive em mim nos meus cavalos O que assim me justifico Daí então este tempo Que as taperas assinalam Vive em mim nos meus cavalos O que assim me justifico Renovando a raça antiga Sem me apartar do que fui E o que sou é o bisavô Navegando no meu basto

Más de Joca Martins

Joca Martins →

Letras relacionadas