Letra original
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No coito das araras quem passa por lá não pára
No coito das araras tudo está como sempre foi
O gado pasta no berra boi
Tudo está como sempre foi
No coito das araras é o araçá das almas
O zé que cantava é o sete casacas
É a sombra do touro êia, peroba baião ê ê
É a sombra do touro êia, timborna sertão
Ainda trago na boca, nos olhos
A visão da tua imagem
Despenteada, sorrindo, correndo pela rodagem
Meia distância, meia légua, légua e meia á á
No fim apanhei restou a peia, légua e meia á á
Você correndo pela rodagem, légua e meia á á
Despenteada, sorrindo, légua e meia