Não Podemos Se Entregá Pros Home
Portugués

Letra de Não Podemos Se Entregá Pros Home

ÁlbumNão Podemos Se Entregá Pros Home
Año1986
GéneroNativista
Duración5:05
Idioma originalPortugués
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Tamaño 18

Letra original

PT
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O gaúcho, desde piá, vai aprendendo A ser valente, não ter medo, ter coragem E, em manotaços do tempo e em bochinchos Retempera e moldura a sua imagem Não podemo' se entregá' pros home' De jeito nenhum, amigo e companheiro Não tá morto quem luta e quem peleia Pois lutar é a marca do campeiro Não podemo' se entregá' pros home' Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro Não tá morto quem luta e quem peleia Pois lutar é a marca do campeiro Com lanças, cavalo e no peitaço Foi implantada a fronteira deste chão Toscas cruzes solitárias nas coxilhas A relembrar a valentia de tanto irmão E, apesar dos bons cavalos e dos arreios De façanhas, garruchas carreiradas E a lo largo, o tempo foi passando Plantando novo rumo em suas pousadas Mas não podemo' se entregá' pros home' De jeito nenhum, amigo e companheiro Não tá morto quem luta e quem peleia Pois lutar é a marca do campeiro Não podemo' se entregá' pros home' Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro Não tá morto quem luta e quem peleia Pois lutar é a marca do campeiro Viram cercas, porteiras, aramados Veio o trator com seu ronco matraqueiro E, no tranco sem fim da evolução Transformou a paisagem dos potreiros E, ao contemplar o agora de seus campos O lugar onde seu porte ainda fulgura O velho taura dá de rédeas no seu eu E esporeia o futuro com bravura Não podemo' se entregá' pros home' De jeito nenhum, amigo e companheiro Não tá morto quem luta e quem peleia Pois lutar é a marca do campeiro Não podemo' se entregá' pros home' Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro Não tá morto quem luta e quem peleia Pois lutar é a marca do campeiro Viram cercas, porteiras, aramados Veio o trator com seu ronco matraqueiro E, no tranco sem fim da evolução Transformou a paisagem dos potreiros E, ao contemplar o agora de seus campos O lugar onde seu porte ainda fulgura O velho taura dá de rédeas no seu eu E esporeia o futuro com bravura Mas não podemo' se entregá' pros home' De jeito nenhum, amigo e companheiro Não tá morto quem luta e quem peleia Pois lutar é a marca do campeiro Não podemo' se entregá' pros home' Mas de jeito nenhum

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