O Meu Alentejo
Portugués

Letra de O Meu Alentejo

GéneroFado
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Meio dia, o Sol a prumo cai ardente Doirando tudo, ondeiam nos trigais Der o fovo de leve docemente As papoilas sangrentas, sem soalho Andam asas no ar e raparigas Flores desabrochadas, em canteiros Mostram por entre o oiro das espigas Os perfis delicados e trigueiros Tudo é tranquilo e casto, e sonhador Olhando esta paisagem que é uma tela de Deus Eu peço, então, onde há pintor Onde há artista de saber profundo Que possa imaginar coisa mais bela Mais delicada e linda neste mundo? Tudo é tranquilo e casto, e sonhador Olhando esta paisagem que é uma tela de Deus Eu peço, então, onde há pintor Onde há artista de saber profundo Que possa imaginar coisa mais bela Mais delicada e linda neste mundo? Tudo é tranquilo e casto, e sonhador Olhando esta paisagem que é uma tela de Deus Eu peço, então, onde há pintor Onde há artista de saber profundo Que possa imaginar coisa mais bela Mais delicada e linda neste mundo? Onde há artista de saber profundo Que possa imaginar coisa mais bela Mais delicada e linda neste mundo?

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