Final de Seca
Portugués

Letra de Final de Seca

ÁlbumFilosofia de Andejo
Año1993
GéneroNativista
Duración3:45
Idioma originalPortugués
Vistas14.5K
AaLectura
Tamaño 18

Letra original

PT
La traducción todavía no está disponible. Mostramos la letra original.
Prás bandas do poente, ergueu-se uma barra Calou-se a cigarra, assim de repente E um som diferente, ponteou de guitarra Lá longe bem longe, faísca e troveja Silêncio de igreja, com ecos de bronze Nas preces do monge, no amém do assim seja (Tropeando a lonjura, o tempo que berra Farejo mais serra que o vento procura E a chuva madura traz cheiro de terra E a chuva madura traz cheiro de terra O tempo desaba, o mundo se adoça Na água que empoça, mais mansa ou mais braba A seca se acaba, e tudo remoça A seca se acaba, e tudo remoça) Nas almas sedentas, não é diferente As barras do poente, que se erguem violentas Depois das tormentas, acalmam a gente Se as safras perdidas, tivessem gargantas Podiam ser santas, da searas da vida São tão parecidas, as almas e as plantas A seca se acaba, e tudo remoça A seca se acaba, e tudo remoça

Más de Luiz Marenco

Luiz Marenco →

Letras relacionadas