Maligna
Portugués

Letra de Maligna

ÁlbumA Semana
Año2012
GéneroAlternativo Indie
Duración4:39
Idioma originalPortugués
Vistas641
AaLectura
Tamaño 18

Letra original

PT
La traducción todavía no está disponible. Mostramos la letra original.
Negra dor, cresce em mim, mas por favor Leve não, sede, fome, vinho e pão, cálice Era tudo, hoje nada. Sinta, vele, morte, vida Um dia a mais, um céu azul O norte perde-se no sul, desilusão Não quero paz, quero a incerta ladeira do caos a verdadeira dor Não me ofereça a cidade agora nem me ofereça a mão e vá embora Não quero o perdão nos seus olhos que miram perdoam sem saber porque Quero a dignidade fria malignidade sem vez Os homens, os livros, as teses, mulheres as doces fraquezas do ser Negra dor, cresce em mim, mas por favor Leve não, sede, fome, vinho e pão, cálice Era tudo, hoje nada. Sinta, vele, morte, vida O meu corpo a tua casa e tua casa se fechou em solidão Tu rondas sem razão no escuro sem ter minha carne a sua ração Vê que minha derrota é a tua gloria e tua gloria inglória kamikaze de que? Negra-bomba, homem bomba, maligna-bomba sem ter nem porque Tantas preces que te repudiam A tua palavra o silêncio E o meu silêncio é tua vitória me diga vitória de que? Não me ofereça a cidade agora nem me ofereça a mão e vá embora Não quero o perdão nos seus olhos que miram perdoam sem saber porque Quero a dignidade fria malignidade sem vez Os homens, os livros, as teses, mulheres as doces fraquezas do ser Negra dor, cresce em mim, mas por favor Leve não, sede, fome, vinho e pão, cálice Era tudo, hoje nada. Sinta, vele, morte, vida, chão.

Más de Matheus Brant

Matheus Brant →

Letras relacionadas