O Galpão da Globalização
Portugués

Letra de O Galpão da Globalização

GéneroNativista
Duración29:41
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Que se passa, coração, que agora deu Pra andar tão descompassado... Cinco hora da manhã e, pra variar, Eu sem mate e acordado... Meu silêncio milongueiro Anda um pouco desvairado, Debruçado nos assuntos Que se "amuntam" no violão! Quanta alma, coração, e eu ressentido, Ouvindo rádio, pensativo, Barba feita, pilcha nova E uma estampa de caudilho... Pelo jeito, coração, ando louco de ansiedade, Escorado nos aperos dos arreios do galpão! Diz o informe rural: Há quebra na safra, excesso de chuva, Prejuízos e baixas nas várzeas dos rios, Programando a dor... Na rede internet: pacote fiscal, rombo na Bolsa, Taxa de juros e um surto real consumindo a flor! (Falado) Tempo instável, previsão para as próximas horas: Encoberto a nublado com pancadas de chuva E períodos de melhora.

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