Hecatombe
Portugués

Letra de Hecatombe

Duración3:28
Idioma originalPortugués
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Letra original

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Hecatombe No entorpecer vadio da droga do tempo Morrem os homens, morrem senhoras No tilintar das horas do vício sadio Sabor de um licor amargo A perda da essência Obediência horrenda De um homem que se prenda Aos seus costumes, suas lendas Olhar pelas frestas O pouco que resta Não feche seus olhos, não! A guerra se empresta como em fins de festa A morte fechou Os olhos negros da dor O ócio de um horror Que aos poucos se mostrou A mágoa no valor De um povo que acabou, acabou. No entardecer vadio vazio como o tempo Tudo é deserto, tudo é morto, Aconteceu o aborto da guerra sutil Sabor de um licor amargo Um fruto da ciência Obediência horrenda de um homem que se prenda A dar a vida em oferenda Olhar pelas frestas O pouco que resta Não feche seus olhos, não! A guerra se empresta como em fins de festa A morte fechou Os olhos negros da dor O ócio de um horror Que aos poucos se mostrou A mágoa no valor De um povo que acabou, acabou.

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