Das Confissões De Um Andejo
Portugais

Paroles de Das Confissões De Um Andejo

AlbumNo Passo do Tempo
Année2006
GenreRegional
Durée2:42
Langue originalePortugais
Vues2K
AaLecture
Taille 18

Paroles originales

PT
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Voltei, costeando coxilhas Ao tronco do baio ruano Bolqueando o sonho aragano Sentindo o ringir dos bastos Repisando o mesmo pasto Que deixei na minha partida Quando dei rédeas pra vida Ao sentir meus sonhos gastos E o meu sonho vinha adiante Sentindo o aroma da estância Se olvidando da distância Escarceando um oh de casa Que quando a alma extravasa O apego à querência O xucro sente a ausência E, num upa, bate asas Entrei no galpão da estância Coberto de picumã Lembrei de tantas manhãs No mate, de mãe em mão Sofrenei meu coração Numa prece comovida Dei gracias por minha vida E o regresso pra o galpão Trouxe lições dos caminhos No tordilho das melenas E nos cravos das chilenas Suor de tantos matreiros Tinha os olhos prisioneiros Na distância dos caminhos Pelos repontes, sozinhos O meu destino campeiro Soltei a cincha do flete Me arrinconei num amargo Fui sorvendo trago a trago Sentindo o fogo de chão Desquinando a lição Que por mais voltas que faça A sina de um índio guasca É regressar pra o galpão Entrei no galpão da estância Coberto de picumã Lembrei de tantas manhãs No mate, de mão em mão Sofrenei meu coração Numa prece comovida Dei gracias por minha vida E o regresso pra o galpão

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