Caminhos
Portugais

Paroles de Caminhos

GenreNativista
Durée3:55
Langue originalePortugais
Vues57
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Taille 18

Paroles originales

PT
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Caminhos que levam ao rumo do nada Coxilhas, picadas, sem paradouro Sou casco de mouro, sou rastro e manada Pealando invernada, léguas de dor Acena a cigarra, o pealo me agarra O sonho tropeça nos pés de um piazito Troteando solito num poncho de ausência Perdi a querência em meu estradear Trilhei descaminhos com botas de vento Dormi ao relento à luz do luar Querendo voar, soltei minhas rédeas No lombo das nuvens tentei galopar O sol teatino que às vezes me some Parece uma ponte, um rumo a tomar E o meu andejar tão lerdo e sereno Embora os apegos, não pode parar Não pode parar Trilhei descaminhos com botas de vento Dormi ao relento à luz do luar Querendo voar, soltei minhas rédeas No lombo das nuvens tentei galopar

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