Django
Portuguese

Django lyrics

AlbumKIMBO
Year2025
GenreHip Hop Rap
Original languagePortuguese
Views56
AaReading settings
Text size 18

Original lyrics

PT
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Azarado amaldiçoado Aja as suas mangas Descansar nos pés de um Salgueiro Branquelo sem sal Versos neguinho hipertenso E maculado coração de quem ama primeiro Quem armou primeiro Fodam-se os pioneiros Um bando de velho falando um monte de merda Que irreverência Meu bairro não me conhece Conheço até uns que me diziam parceiros (Filha da puta) Tapinha nas costas Aceito facada Meritocracia só pra quem tiver dinheiro Nos teus 15 graus é muito fácil cuspir barra (Filha da puta) Um nego mais quente Calor do Rio de Janeiro Vivo um romance igual Django Porque eu me sinto aprisionado Não tô entendendo Você fala branco Mil e um manbos quebrando o estado Tenho ficado muito solitário Nós tem o trunfo triunfo velado Não dou a mão nem o braço E se me ver é melhor me entupir de bala Boxe de rua Dois ou fildo perdendo a fé E me enfiar nesse diálogo Sei que é distinto diferente do catalogo Mas garanto que vai tremer se ouvir estalo Porra, pela primeira vez eu viajei pra outro estado Fiquei em um prédio grande cheio de gente maluca Nunca vai ser amigo quem te trata como um rato Troquei o inseticida pelo perfume de puta Se afunda Pra ver quem vai lembrar teu nome Tô vendo quem se esconde E quem vai ser sujeito homem Olhar pra si no espelho E enxergar bobo da corte Eu fui por muito tempo o causador dos próprios cortes Hoje tô preferindo cortar umas amizades Só vai andar comigo Quem transbordar de verdade Eu grito pra foder o ouvido desses otario Deve ser bem difícil ignorar o que eu falo Não ligo pro teu zero nego Eu tenho um impacto Uma sempo demoníaca parece um pacto Sem montar e desmontar sem precisar de um bak Se escaldar vai parecer Até o senhor das árvores As tuas bagaças no teu carro Com tripas coração Eu sou o Django aprisionadoAzarado amaldiçoado, aja as suas mangas, descansar nos pés de um Salgueiro, branquelo sem sal versos neguinho hipertenso, e maculado coração de quem ama primeiro quem armou primeiro fodam-se os pioneiros um bando de velho falando um monte de merda, que irreverência meu bairro não me conhece, conheço até uns que me diziam parceiros (filha da puta) tapinha nas costas, aceito facada, meritocracia só pra quem tiver dinheiro, nos teus 15 graus é muito fácil cuspir barra ( filha da puta ) um nego mais quente calor do Rio de Janeiro, vivo um romance igual Django, porque eu me sinto aprisionado, não to entendendo você fala branco, mil e um manbos quebrando o estado, tenho ficado muito solitário, nós tem o trunfo triunfo velado não dou a mão nem o braço e se me ver é melhor me entupir de bala, boxe de rua dois ou fildo perdendo a fé e me enfiar nesse diálogo, sei que é distinto diferente do catalogo, mas garanto que vai tremer se ouvir estalo porra, pela primeira vez eu viajei pra outro estado fiquei em um prédio grande cheio de gente maluca, nunca vai ser amigo quem te trata como um rato, troquei o inseticida pelo perfume de puta, se afunda, pra ver quem vai lembrar teu nome to vendo quem se esconde e quem vai ser sujeito homem olhar pra si no espelho e enxergar bobo da corte eu fui por muito tempo o causador dos próprios cortes, hoje to preferindo cortar umas amizades, só vai andar comigo quem transbordar de verdade, eu grito pra fuder o ouvido desses otario, deve ser bem difícil ignorar oque eu falo, não ligo pro teu zero nego eu tenho um impacto uma sempo demoníaca parece um pacto, sem montar e desmontar sem precisar de um bak, se escaldar vai parecer até o senhor das árvores, as tuas bagaças no teu carro, com tripas coração eu sou o Django aprisionado

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