Retorno do Rei
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Retorno do Rei lyrics

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Hum, hum, Sussurro das Encruzilhadas Hum, hum, Ele Retornou No silêncio das encruzilhadas, algo se move com poder e sem forma Um sussurro que serpenteia nos quatro cantos, poder que conforta As entidades se entreolham, as sombras fazem sua saudação Pois o eco do passado despertou o que dormia na vibração As velhas tábuas do destino rangeram, lembrando a profecia Os guardiões dos caminhos sussurram: É chegada a hora Os Exus trazem seus risos, as Pombagiras abrem seu baile Pois o Rei voltou a pisar na trilha que nunca falha As ruas sentiram os passos de um Rei O eco do trono perdido, presente se fez E nas sombras velhas, no encontro do todo e do nada Os guardiões disseram: A dinastia nunca falha Os portais tremeram com respeito, as folhas fizeram reverência Porque quem conhece o código da mágia reconhece a presença (Ah, ah) Na poeira da curva, onde a promessa desperta No rastro da noite, onde a aliança foi aberta Os quatro cantos aguardam os sinais O retorno do Rei ancestral Sussurra o vento: Ele voltou! Sussurra o tempo: Ele chegou! Sussurro nas encruzilhadas: Preparem o trono! Porque o Rei retorna proclamando ser o dono! Sussurros nas encruzilhadas: Caminha o Leão! Sussurros nas encruzilhadas: Olhem o dragão! Vozes antigas se erguem-se dos lamentos a glória A noite descobre os segredos nas teias da memória Trovão da Coroação! Machado e redenção! Desperta o novo ensaio! Para receber o Rei do Raio! Leão!, Guardião do trono! Dragão!, Arauto do fogo! Leão!, Soberano da linhagem! Dragão!, que anuncia a passagem! E quando o vento cruzar o sul do mundo, chão antigo se curvará Pois quando o Rei pisar em novas terras, a própria terra o saudará Os Exus tocaram seus tridentes, marcando o mapa do destino E no Triângulo ao Sul, o Dragão abriu o novo caminho As chamas dançaram nas esquinas, como quem reconhece o herdeiro E o pó das estradas vibrou, proclamando: Voltou o verdadeiro Terras novas, mas o título é o mesmo, selado no sangue ancestral E as encruzilhadas anunciaram: O Rei que domina o plano astral O Dragão, senhor do Triângulo ao Sul, ergueu seu poder ao céu E seu rugido cortou a noite, abrindo portais como riscos de papel As entidades se aJoelharam, guardiões antigos firmaram posição Pois o Rei retomou o espaço que sempre esteve em seu coração Nas terras onde o vento fala e o destino se arruma A dinastia reacende o fogo e sopra o vento da velha pluma O pacto foi selado no sopro astral, a nova aliança tomou corpo E o Triângulo ao Sul brilhou anunciando: O Rei está de volta em carne e osso (Ah, ah) Na poeira da curva, onde a promessa desperta No rastro da noite, onde a aliança foi aberta Os quatro cantos aguardam os sinais O retorno do Rei ancestral Sussurra o vento: Ele voltou! Sussurra o tempo: Ele chegou! Sussurro nas encruzilhadas: Preparem o trono! Porque o Rei retorna proclamando ser o dono! Sussurros nas encruzilhadas: Caminha o Leão! Sussurros nas encruzilhadas: Olhem o dragão! Vozes antigas se erguem-se dos lamentos a glória A noite descobre os segredos nas teias da memória Trovão da Coroação! Machado e redenção! Desperta o novo ensaio! Para receber o Rei do Raio! Leão! Guardião do trono! Dragão! Arauto do fogo! Leão!, Soberano da linhagem! Dragão! Que anuncia a passagem!

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