Arménio (o trolha da Areosa)
Portoghese

Testo di Arménio (o trolha da Areosa)

Durata4:57
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni1.5K
AaLettura
Dimensione 18

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
Arménio, era um trolha da Areosa Que tinha, um par de olhinhos azuis Que quando, me fixavam no baile Me deixavam, indefesa e tão nervosa Arménio, tenho nas minhas gavetas Aerogramas, cheios de erros de ortografia Perfumados, entra as minhas meias pretas Aquelas que te punham, num estado de euforia Arménio, fui tua madrinha de guerra Rezei por ti, longas novenas sem fim Para voltares, inteirinho e sem mazelas E tu lá ficaste, tão perdido no capim Arménio, quantos sonhos e planos Prometeste, que me levavas a Lisbo-o-o-o-o-o-a Em Junho, no dia dos meus anos Bem sabes que a memória é um atributo dos gémeos.

Altro di Carlos Tê

Carlos Tê →

Testi correlati