Galpão do Moca
Portoghese

Testo di Galpão do Moca

AlbumA História Continua
Anno2017
GenereNativista
Durata3:38
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni2K
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Testo originale

PT
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Parece que ainda vejo, entre a fumaça e a poeira Um floreio de cordeona em plena segunda-feira Era no galpão do moca que se reunia a indiada Tomar trago, comer boia, contar causo e dar risada Os parceiros desta festa, organizada com carinho O João Rosa, eu e o Moca e sempre junto, o Maninho Pra quem chegasse de fora, era sempre bem recebido Com carne gorda na brasa e um gaitaço ao pé do ouvido E o Moca, muito faceiro, sempre pronto pra baderna Dava de mão na vassoura e saia batendo perna Chacoalhando pra os dois lados, levantando um poeirão Inda' prendia-lhe um grito: -Isto que é gaiteiro bom Já quase de madrugada, outro pedido do João Rosa Pra que eu tocasse de novo a Morena Luxuosa E uns versos de improviso que ele mesmo fazia Saudando a gauchada e as éguas da estrebaria E o companheiro Maninho, gaúcho taura no laço Tinha um potro gateado de pisar miúdo no pasto Pingo arisco e ligeiro de arrancar leiva do chão Encilhadito à capricho, montaria de patrão Deste galpão bem campeiro, muito eu tenho saudade Dos amigos que falei, é a mais pura verdade Qualquer dia, eu volto lá pra rever toda essa indiada Levo junto minha cordeona pra virar a madrugada

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