Conto do Vigário
Portoghese

Testo di Conto do Vigário

Durata3:24
Lingua originalePortoghese
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Testo originale

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Toda semana é um passo para trás A cada dia se desmonta mais O sonho que tanto se buscou Direito que se conquistou Ah, que aflição, eu quero acordar Desse caos que não quer acabar De livro, da mata, da cor, do amor Parece que ele só guarda rancor O que aproxima quer deixar separar E mente na cara tentando enganar Balbúrdia é o amarelo do teu riso Que estampa o desgosto que você se tornou Bolso vazio, nada na cabeça Roda que não gira e faz o tempo parar Bolso vazio, nada na cabeça Rota sem destino, onde vamos parar Conhece a verdade e ela libertará Com esse disfarce ele te aprisionou O surto é geral, ficar cego é o tom Segue a boiada, aplaude o criador Desmata a mata e mata aos montes, o sangue é pouco ainda pode jorrar E troca a mão por arma de fogo, cria o descaso, já posso chorar Bolso vazio, nada na cabeça Roda que não gira e faz o tempo parar Bolso vazio, nada na cabeça Rota sem destino, onde vamos parar

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