Estrelas de Chão
Portoghese

Testo di Estrelas de Chão

AlbumFilosofia de Andejo
Anno1993
GenereNativista
Durata4:24
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni3.4K
AaLettura
Dimensione 18

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
O chuvisqueiro da tarde, se foi virando aguaceiro Entrou a noite encardida, nas nuvens de pêlo osco Galopeadita garoa, encharca o poncho campeiro Pingam águas de sombreiros, nestes mangaços de agosto A solidão toma conta, e aperta a chuva guasqueada Para alumbrar madrugadas, nenhuma nesga de lua Não se vê uma estrela nua, vir se enfeitar nas aguadas Meu pingo fareja estrada, jogo o freio e as cordas cruas E então tu surge solita, como a flor do pajonal Como uma estrela bagual que é ninho, pão e candeeiro E o meu gateado assustado, que facilita e se nega Nem faz causo das macegas, só pra bombear teu luzeiro Apressa o trote o cavalo, com ganas de galopear Não há como sofrenar o queixos de um coração O amarguear do galpão, já sinto adoçando a alma E a tormenta só se acalma junto as estrelas de chão Amanhã se o vento muda, se vão as nuvens a lo léu Voltam as estrelas do céu clareando passos e ranchos Mas tu que embaixo das quinchas vistes crescer as melenas Segue templando morena, a raça bugra dos campos

Altro di Luiz Marenco

Luiz Marenco →

Testi correlati