Trem Bala Desgovernado
Portoghese

Testo di Trem Bala Desgovernado

GenereFunk
Durata4:08
Lingua originalePortoghese
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Testo originale

PT
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Agora é o trem bala desgovernado Bate de frente pra ver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Recuar não é marcar Malandragem é viver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Andar sempre na infra Atirar na nossa chinfra Era a fonte do milhão De kilo e de cordão Perigo eminente Entre máquinas potente Mulheres muito atraentes Um mundo de sedução Nóis descarrega o pente Se atravessa a nossa frente Vários guerreiros valentes Com ódio no coração Quem tem coragem tenta Se tem troco pra quarenta É guerra anunciada, com hora marcada Agora é o trem bala desgovernado Bate de frente pra ver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Recuar não é marcar Malandragem é viver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Aqui nóis é sinônimo de festa Mas também é de cobrança Quando nada mais te resta, é nóis que somos a esperança Nóis é o dia das crianças, o Natal e o Ano Novo Porque quando chega a Páscoa, nóis que distribui o ovo Nóis tira do próprio corpo Que é pra dar pra quem merece Porque sei que tudo posso No Deus que me fortalece O crime sempre aparece Onde o sistema falhou Que é pra pacificar favela, oprimindo o morador Vocês querem falar de paz, promovendo a violência Quem plantar a covardia, vai colher as consequências, assim que é Agora é o trem bala desgovernado Bate de frente pra ver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Recuar não é marcar Malandragem é viver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Andar sempre na infra Atirar na nossa chinfra Era a fonte do milhão De kilo e de cordão Perigo eminente Entre máquinas potentes Mulheres muito atraentes Um mundo de sedução Nóis descarrega o pente Se atravessa nossa frente Vários guerreiros valentes Com ódio no coração Quem tem coragem tenta Se tem troco pra quarenta É guerra anunciada, com hora marcada Agora é o trem bala desgovernado Bate de frente pra ver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Recuar não é marcar Malandragem é viver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Aqui nóis é sinônimo de festa Mas também é de cobrança Quando nada mais te resta, é nóis que somos a esperança Nóis é o dia das crianças, o Natal e o Ano Novo Porque quando chega a Páscoa, nóis que distribui o ovo Nóis tira do próprio corpo Que é pra dar pra quem merece Porque sei que tudo posso No Deus que me fortalece O crime sempre aparece Onde o sistema falhou Que é pra pacificar favela, oprimindo o morador Vocês querem falar de paz, promovendo a violência Quem plantar a covardia, vai colher as consequências, assim que é Agora é o trem bala desgovernado Bate de frente pra ver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer Recuar não é marcar Malandragem é viver Uma vez que é vida louca Vida louca até morrer

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