Gaudério
Portoghese

Testo di Gaudério

AlbumPaixão Côrtes
Anno1970
GenereNativista
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni48
AaLettura
Dimensione 18

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
Na estância toda semana eu campereei de Sol a Sol E hoje sábado e com gama me corto vera tirana Com duas braças de Sol Meu zaino negro galhardo abro o pala em cima da anca E a larga bombacha branca sobre a badana de pardo Fogoso pingo estradeiro sabe onde vou e onde vai E segue abraçando o freio a galopito no mais Nas quebradas e coxilhas as canções das sangas claras Estão pedindo silêncio para os rufos do meu lenço E o alvoroço do meu pala Sobe os pastos do chão de toda quieta querência O cheiro fino de essência chinoca e manjericão Chaga enfim a paisanita e diz me adeus num lindo mono Coma graça humilde esquisita como a flor de cinamomo E no aconchego do rancho dentro da noite invernal Paira um campeiro perfume de flor gaúcha entre o xergalo Cai a geada e o flete relicha branquiando pelo arrepiado Olha noite pela frincha, então o silêncio é gelado É um frio que ninguém se arrima que hai até em noites daquelas Neves coalhadas la em cima na pocilgas das estrelas E os nosso peitos amantes, o ar parece que corta Que os fogões dos amantes

Altro di Paixão Côrtes

Paixão Côrtes →

Testi correlati