Vila do Sossego
Portoghese

Testo di Vila do Sossego

AlbumZé Ramalho
Anno1978
GenereMpb
Durata3:53
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni399.9K
AaLettura
Dimensione 18

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
Ó, eu não sei se eram os antigos que diziam Em seus papiros, Papillon já me dizia Que nas torturas toda carne se trai E normalmente, comumente, fatalmente, felizmente Displicentemente, o nervo se contrai (Ô-ô-ô-ô) com precisão Nos aviões que vomitavam paraquedas Nas casamatas, casas vivas, caso morras E nos delírios meus grilos temer O casamento, o rompimento, o sacramento, o documento Como um passa tempo quero mais viver (Ô-ô-ô-ô) com aflição, ô, ô Meu treponema não é pálido nem viscoso Os meus gametas se agrupam no meu som E as querubinas meninas rever Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço Chame o padre Ciço para me benzer (Ô-ô-ô-ô) com devoção

Altro di Zé Ramalho

Zé Ramalho →

Testi correlati