Original lyrics
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Olha só quem resolveu virar escritor de ficção, tio zé, o eterno bloqueado
Tentou o topo, não aguentou a queda, né?
Escuta o teu ralo de mentiras descendo
Yeah
Olha o tamanho desse otário
Preconceituoso, macho escroto
Sua alma é um esgoto
Colecionando block
Com a cara poeirenta e deslavada
Cansou de passar vergonha no meu privado
Aí criou um roteiro bizarro
Um filme inventado
Foi pedir pra não falar nada pra coitada da atual?
Pra eu não contar o segredo?
Que segredo, tio zé, seu animal?
Isso é delírio ou é medo, zé mané?
Fala na minha cara
Sua mente é um rascunho podre
Que o vento não para
Inventou um romance que nunca
Existiu no meu mundo
Seu vagabundo
Porque o seu ego de macho quebrado
Caiu no fundo
Pedindo segredo de um toque
Que você nunca teve
Perto de mim, a sua banca de criminoso
Não mexe, é de neve
Como um bagaceira desses se atreve?
Preconceituoso, macho escroto
Sua alma é um esgoto
Cospe o veneno, mas o copo é teu
Tenta me queimar, mas quem se derreteu?
Blasfêmias pra esconder o seu fracasso
Se eu nem lembro que você existe, palhaço
Tio zé virou piada no tribunal da verdade
Seu zé mané
Sua mentira é o tamanho da sua mediocridade
Se meteu com a mulher errada
Agora você vai ser chacota em toda a cidade
Apelou pro preconceito
Usou sorologia como xingamento
Só por despeito
Criminoso, preconceituoso
Macho escroto, sua alma é um esgoto
Me atacar com baixeza não me atinge de volta
Só mostra o nível da sua revolta
Tomou uma sequência de fora
O homem rejeitado é um bicho perigoso
Que morde a própria língua
E morre com o próprio veneno
Mas sabe que o meu
Não nunca desapareceu
Você é um zero à esquerda
Um fantasma no escuro
Eu sou muralha alta
Você nem arranha o meu muro
(Haha)
Preconceituoso, macho escroto
Sua alma é um esgoto
Vai ter que engolir meu desaforo
Nesses versos
Tu não tem nada de esperto
O teu plano tá aberto
Bicho feio, ridículo
Tu não bota o pé no teu chão
Contigo eu jamais ficaria
Seria o maior mico da minha geração
Fica aí com a sua ficção, tio zé
Sua linha do tempo acabou
Te peguei na mentira
A tua perseguição terminou
Seu babaca, vai se tratar
Vai lavar essa boca suja na pia
Bloqueado no celular e na vida
Vivendo de pura utopia
Usou difamação como insulto
Me chamou de louca
Pra não se ver no espelho
O homem que mendiga afeto
Hoje cospe a blasfêmia
Do rejeitado de joelhos
Mas o veneno que ele destila
Contra mim na ruela
É o mesmo que ele engole
Ao deitar na cama com ela
Coitada dela
Nenhuma mulher merece esse zé ruela
Tio zé, zé mané
Tu não merece a tua mulher
E o pior de tudo é ver quem tá do teu lado
Aceitando migalha
De um moleque frustrado
Papo reto, tio zé, eu tenho até pena dela
Que limpa a tua barra
E vive presa nessa novela
Uma mina de verdade
Merecia algo muito melhor
Do que um vagabundo que só suga
E destrói ao redor
Mentiroso, parasita
Atraso de vida ambulante
Pedante, um bosta
Perto da força dela
Você é insignificante
Há anos você coleciona o meu silêncio
Trancado do lado de fora
No labirinto das próprias mentiras
Tentou manchar meu nome
Mas saiu f0dido
Pra salvar a própria pele?
Coitado
A mentira dele é o espelho do seu medo
Da sua má índole de desgraçado
Esse cara é um boçal
Um otário certificado
Quem não alcança o fruto
Apedreja a árvore, né?
A ofensa na boca do frustrado
É só o eco do não que ele engoliu de pé
Saltam alto os cães que ladram
Mas não tocam o topo do muro
Na falta de braço que a alcance, t
Entam puxá-la pela lama do insulto, eu juro
Mas o preconceito é poeira baixo
Rasteja, enquanto ela brilha
E tu vive no escuro da tua própria trilha
Seu zé mané
Chamar de cinza a flor
Que a sua mão não colheu
Não muda a cor dela
Só entrega o tamanho do teu limite
E toda a tua escrotice
Preconceituoso, macho escroto
Sua alma é um esgoto
Preconceituoso, macho escroto
Sua alma é um esgoto