Não Vou Sucumbir - Slay the Princess (versão em português)
Portuguese

Não Vou Sucumbir - Slay the Princess (versão em português) lyrics

GenreAlternativo Indie
Original languagePortuguese
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Text size 18

Original lyrics

PT
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No caminho rumo ao bosque, se encontra uma cabana Acorrentada em seu porão está uma linda e fria dama Uma donzela indefesa que no fundo ela planeja Distrair o portador da adaga que a alveja O fim se aproxima, com o destino em suas mãos Sem mais dias, sem mais noites, sem outono, sem verão Tudo pode se manter se a mim você ouvir Impedindo assim o inferno se no fim ela fugir Há tanto tempo estou aqui Presa neste lugar Vai mesmo me tirar daqui? Não trema ao chegar Princesas são tão más assim? Não me deixe aqui É seu dever me libertar! Não vou sucumbir A noite prestes a cair, ao topo perto de chegar Mantenha o foco, não há tempo pra matar O que te resta: É uma princesa e uma adaga sobre a mesa Se há tanta incerteza, aconselho que reveja Precisamos de outro jeito! Matá-la não é direito! Jogue a sua adaga fora e apenas converse a respeito! Isso aqui não é debate e ela mente em sua face Sua cega piedade é nossa morte caso escape! De aparência delicada, inofensiva, normal Mas por trás dos belos olhos há um demônio, o próprio mal Só não finja tolamente que ela não te prenderá Ser cruel ou ser clemente, não importa se a matar Há uma lenda que nos diz que seu poder pode voltar E aos que creem em sua palavras, logo mortos vão estar Então não ouça as outras vozes, foque em se concentrar Respirar, avançar, esfaquear Há tanto tempo estou aqui Presa neste lugar Vai mesmo me tirar daqui? Estranho jeito de blefar! Princesas são tão más assim? Não me deixe aqui É seu dever me libertar! Não vou sucumbir Essa cabana vai mudar Não me abandone A realidade deformar Não vou sucumbir No caminho rumo ao bosque, se encontra uma cabana Acorrentada em seu porão está uma linda e fria dama Uma donzela indefesa que no fundo ela planeja Distrair o portador da adaga que a alveja Mande ela pro inferno, pague pelas suas ações! Não se esqueça ao atacá-la Acerte bem entre os pulmões! Existe outro além de nós? Ela, então, já nos matou! Nosso amigo nem se lembra nem de quando começou! Os dias nada são no vazio eterno Sonhos zombam enquanto eu rasgo o inferno Me prenda, mas saiba que juntos estaremos Me mate, se eu morro, logo, logo eu me lembro O tempo já não afeta mais esse espectro Treme ainda? Eu te deixo inquieto Me prenda, mas saiba que juntos estaremos Eu e você no fim dos tempos Ao olhar para o porão, ficava em choque com a visão Correntes que a prendiam, agora, estão pelo chão Uma aura tão sinistra sobre os laços que quebrou O perdão virou passado: Uma guerra começou Afogada em escuridão, é o turno dela de agir Olhos pesam como chumbo, seu descanso está por vir Tem um propósito à adaga que negou Mas se não matá-la agora morrerá, quem hesitou Cada golpe em sua carne parece ter sido em vão Cada vez que a ataca não demonstra reação Só então você percebe que jamais irá vencer Você tenta correr, na tentativa de viver Você se arrepende euqnato a morte se aproxima Passa pela porta, se agarrando a própria vida Seu corpo perde a força, então, enfim, está em choque O ar se perde, o sangue escorre E você morre Há tanto tempo estou aqui Presa neste lugar Vai mesmo me tirar daqui? Não trema ao chegar Princesas são tão más assim? É seu dever me libertar! Não vou sucumbir Essa cabana vai mudar Não me abandone A realidade deformar Não vou sucumbir Que riscos você vai tomar? Não me deixe aqui Para as estrelas vislumbrar? Não vou sucumbir Até o fim vou persistir Não me abandone Se eu caio, você vai ruir Não vou sucumbir, no caminho rumo ao bosque, se encontra uma cabana Acorrentada em seu porão está uma linda e fria dama Uma donzela indefesa que no fundo ela planeja Distrair o portador da adaga que a alveja O fim se aproxima, com o destino em suas mãos Sem mais dias, sem mais noites, sem outono, sem verão Tudo pode se manter se a mim você ouvir Impedindo assim o inferno se no fim ela fugir Há tanto tempo estou aqui Presa neste lugar Vai mesmo me tirar daqui? Não trema ao chegar Princesas são tão más assim? Não me deixe aqui É seu dever me libertar! Não vou sucumbir A noite prestes a cair, ao topo perto de chegar Mantenha o foco, não há tempo pra matar O que te resta: É uma princesa e uma adaga sobre a mesa Se há tanta incerteza, aconselho que reveja Precisamos de outro jeito! Matá-la não é direito! Jogue a sua adaga fora e apenas converse a respeito! Isso aqui não é debate e ela mente em sua face Sua cega piedade é nossa morte caso escape! De aparência delicada, inofensiva, normal Mas por trás dos belos olhos há um demônio, o próprio mal Só não finja tolamente que ela não te prenderá Ser cruel ou ser clemente, não importa se a matar Há uma lenda que nos diz que seu poder pode voltar E aos que creem em sua palavras, logo mortos vão estar Então não ouça as outras vozes, foque em se concentrar Respirar, avançar, esfaquear Há tanto tempo estou aqui Presa neste lugar Vai mesmo me tirar daqui? Estranho jeito de blefar! Princesas são tão más assim? Não me deixe aqui É seu dever me libertar! Não vou sucumbir Essa cabana vai mudar Não me abandone A realidade deformar Não vou sucumbir No caminho rumo ao bosque, se encontra uma cabana Acorrentada em seu porão está uma linda e fria dama Uma donzela indefesa que no fundo ela planeja Distrair o portador da adaga que a alveja Mande ela pro inferno, pague pelas suas ações! Não se esqueça ao atacá-la Acerte bem entre os pulmões! Existe outro além de nós? Ela, então, já nos matou! Nosso amigo nem se lembra nem de quando começou! Os dias nada são no vazio eterno Sonhos zombam enquanto eu rasgo o inferno Me prenda, mas saiba que juntos estaremos Me mate, se eu morro, logo, logo eu me lembro O tempo já não afeta mais esse espectro Treme ainda? Eu te deixo inquieto Me prenda, mas saiba que juntos estaremos Eu e você no fim dos tempos Ao olhar para o porão, ficava em choque com a visão Correntes que a prendiam, agora, estão pelo chão Uma aura tão sinistra sobre os laços que quebrou O perdão virou passado: Uma guerra começou Afogada em escuridão, é o turno dela de agir Olhos pesam como chumbo, seu descanso está por vir Tem um propósito à adaga que negou Mas se não matá-la agora morrerá, quem hesitou Cada golpe em sua carne parece ter sido em vão Cada vez que a ataca não demonstra reação Só então você percebe que jamais irá vencer Você tenta correr, na tentativa de viver Você se arrepende euqnato a morte se aproxima Passa pela porta, se agarrando a própria vida Seu corpo perde a força, então, enfim, está em choque O ar se perde, o sangue escorre E você morre Há tanto tempo estou aqui Presa neste lugar Vai mesmo me tirar daqui? Não trema ao chegar Princesas são tão más assim? É seu dever me libertar! Não vou sucumbir Essa cabana vai mudar Não me abandone A realidade deformar Não vou sucumbir Que riscos você vai tomar? Não me deixe aqui Para as estrelas vislumbrar? Não vou sucumbir Até o fim vou persistir Não me abandone Se eu caio, você vai ruir Não vou sucumbir

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