Monstro Gigante (part. Espião e Munhoz)
Portuguese

Monstro Gigante (part. Espião e Munhoz) lyrics

AlbumCrônicas da Cidade Cinza
Year2011
GenreHip Hop Rap
Duration3:49
Original languagePortuguese
Views4.5K
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Text size 18

Original lyrics

PT
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(Refrão) Cidade grande, monstro gigante, nesse instante, Ogi, Munhoz, Espião Cidade grande, monstro gigante, nesse instante, O Monstro Gigante A cidade não para A cidade só cresce, O trânsito trava, Aumenta o stress O monstro parece de prédios, ruas, viadutos, Que devora tudo, Mas se correr o bicho pega e se ficar o bicho come Nessa cidade de santo é só o nome, São Paulo é cruel, O esgoto suja o rio, o prédio arranha o céu, A fumaça faz um véu que deixa tudo acinzentado E eu to no meio desse caos organizado Muro pixado vidro quebrado busão lotado gente pra todo lado E todo mundo quer um pedaço desse bolo cinza Pra conseguir tem que ser ninja (Refrão) Cidade grande, monstro gigante, a partir desse instante, Espião e Ogi no seu alto-falante Cidade grande, monstro gigante, nesse instante, Espião e Ogi no seu alto-falante Do meu tempo de menino muito já mudou Uma selva de cimento desabrochou Poderoso colossal de concreto e de metal Olho pro seu e vejo monstros A saliva cai da sua enorme boca E transborda quando o esgoto desemboca Minha paciencia infelizmente já é pouca E essa fumaça me sufoca Do Sacomã ao Butantã, bem no meio da furia do titã É que o monstro te agarra mastiga e catara imprimi a rotina de tã tã Mas não deixo cair a peteca, esse monstro cruel não me breca, pois eu sou doutrinado, malandro, escolado, SOU DURO NA QUEDA (Refrão) Cidade grande, monstro gigante, nesse instante, Apresento Munhoz no seu alto-falante Cidade grande, monstro gigante, nesse instante, Apresento Munhoz no seu alto-falante Planeta terra lá do sul, metrópole decadente, Os prédio é monstro, pleno Séc XXI Começa a guerra, ele logo mostra os dente, Combater a fera não é pra guerreiro comum Cidade que nao acaba, monstro que nao tem fim, No caminhar eu mostro o que eu quero pra mim, Criatura onipresente de concreto e asfalto, Ultraman não duraria nem um único assalto, Castigando cada um de um jeito diferente, ele é enorme e se alimenta de gente E de seus sonhos, sua cobiça por cifrões, E sem hesitar, as alimenta de ilusões. Mas quem é ligeiro, percebe essa estrategia, E vê que o monstro é como a Vitória-régia, Que florece a noite com sua beleza sutil E sob a luz da lua se demonstra menos hostil. (Refrão) Cidade grande, monstro gigante, nesse instante, BEM-VINDO AS CRÔNICAS DA CIDADE CINZA Cidade grande, monstro gigante, nesse instante, BEM-VINDO AS CRÔNICAS DA CIDADE CINZA Cidade Grande

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