O Poema de Fuzil
Portuguese

O Poema de Fuzil lyrics

AlbumEntre Arma e Flor, Não Falei Só da Dor
Year2014
GenreHip Hop Rap
Duration3:11
Original languagePortuguese
Views637
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Text size 18

Original lyrics

PT
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C4, m60 voz em forma de fuzil Produto da rua gangsta brasil Ataque frontal o dramático real De front letal no sopro da fal Fatal hk do pentágono a bagdá Se vir revistar gcm vai sola Pouca ideia, porém, a ideia certa Das tinta do papel ou pro agnóstico da guerra É desse jeito o meu modo Tem muita primavera pagando de terremoto Sem sentido figurado ancestrais que deram o sangue Nem prostituto nem dançante, o som é protestante Na censura pra não brecar a postura Contestação da letra não mudou minha conduta Sem juiz pra trancar protetor auricular É bomba nuclear que vem pra devastar Armamento sem porte legal pra favela Do micro falante do celular ao mega sub da guerra Em paz favelado soldado sem arma de fogo É pente carregado deflagrando cranio Quem dos que valem, quem que representa Quem quem, pra trocar, vem Quem não rendeu na de cem Quem que promete o bem Quem que ameaça alguém Quem nega voz outrem Quem contra nós ninguém Pelo beco, pela viela, pela rua, pela quebra É o poema de fuzil sem pano branco pra guerra Meu ponto de vista sem versão fictícia Formação apológica na ótica inimiga O megapixel da Canon ou o mic no mute O mais cruel sofrimento não ta no foco da fuji Porque óculos 3d, função full hd A tecnologia não traduz o que é sofrer Sem encenação, personagem ou making of Meu rap anti sistema é o peso do cuspe da glock Os versos não jorram sangue de guache groselha Sem lobo de pet shop de soldado na guerra É locução violenta, é rap forte mesmo Não tem boy pra usurpar conta gotas de veneno Porque o bosta da playmobil serve de propaganda Sem trocar de tendência pra não morrer sobre a honra Deflagou o explosivo na rua gangstão É caneta pro sentido, fuzil pro coração Da última pedra do morro ao pinche do asfalto Do cenário catalogado a mente tomada de assalto Albatroz, pardal, pitbull, siamês É fácil ser bandidão no play 3 Quem dos que valem, quem que representa Quem quem, pra trocar, vem Quem não rendeu na de cem Quem que promete o bem Quem que ameaça alguém Quem nega voz outrem Quem contra nós ninguém Pelo beco, pela viela, pela rua, pela quebra É o poema de fuzil sem pano branco pra guerra

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