MORTOS QUE ANDAM
Português

Letra de MORTOS QUE ANDAM

GêneroMetal
Idioma originalPortuguês
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Tamanho 18

Letra original

PT
Acordam sem sonho, andam sem rumo Comem o tempo que já era escasso e agora é nenhum Olhos abertos, mas ninguém vê Respiram o hábito, não sabem mais o porquê Não é morte, é rotina que mata devagar Não é vida, é o corpo que insiste em continuar Mortos que andam sob luz de escritório Vivem por hábito, não por vitória Carne que caminha, alma já foi Sobrevivem, viver, isso não sei se é o que sou A multidão se move em fileira, sem pergunta Cada tela mais um prego na própria cova aberta Ninguém decide, todos repetem o gesto Um funeral disfarçado de dia de trabalho honesto Talvez a morte fosse mais honesta Do que esse andar sem festa, sem resposta Mortos que andam sob luz de escritório Vivem por hábito, não por vitória Carne que caminha, alma já foi Sobrevivem, viver, isso não sei se é o que sou

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