Curupira
Português

Letra de Curupira

GêneroSertanejo
Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
Lá no fundo da mata ninguém permanece Um rastro invertido ilude e enlouquece Pegada trocada confunde o caçador Guia pro engano, conduz pro horror Assobios enlouquecedores na treva fechada Cabelos de fogo cortando a estrada Dentes esverdeados em carne rompida E a prova recente de caça abatida Costela exposta em tronco partido Resto de gente deixado esquecido Tripas pendendo em galhos quebrados Ossos marcados por abocanhamentos cravados O Curupira é o gênio da mata Que protege os animais Engana os caçadores, e maltrata O pé invertido confunde o andar Uma marca trocada pra nunca voltar Na mata densa o terror se refaz Quem entra pra destruir não volta jamais O Curupira é o gênio da mata Que protege os animais Engana os caçadores, e maltrata O pé invertido confunde o andar Uma marca trocada pra nunca voltar Na mata densa o terror se refaz Quem entra pra destruir não volta jamais Ele não caça por fome somente Há um prazer primitivo, feroz, latente Corpo pequeno mas de força soberana Instinto da mata em forma semi-humana Quem entra fundo jamais volta inteiro Perde o sentido, esquece o roteiro Ouve seu nome chamado ao redor Segue entontecido e encontra o pior Pele retalhada em trilha desviada Voz que imita pessoa amada Quando percebe já não há saída Entranhas abertas ainda em vida O Curupira é o gênio da mata Que protege os animais Engana os caçadores, e maltrata O pé invertido confunde o andar Uma marca trocada pra nunca voltar Na mata densa o terror se refaz Quem entra pra destruir não volta jamais No centro escuro da mata fechada O ser fantástico observa imóvel na estrada Espera calmo os próximos passos Pra desfazer mais um corpo em pedaços O Curupira é o gênio da mata Que protege os animais Engana os caçadores, e maltrata O pé invertido confunde o andar Uma marca trocada pra nunca voltar Na mata densa o terror se refaz Quem entra pra destruir não volta jamais O Curupira é o gênio da mata Que protege os animais Engana os caçadores, e maltrata O pé invertido confunde o andar Uma marca trocada pra nunca voltar Na mata densa o terror se refaz Quem entra pra destruir não volta jamais

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