Princesa Erguida nas Alterosas
Português

Letra de Princesa Erguida nas Alterosas

GêneroSertanejo
Idioma originalPortuguês
AaLeitura
Tamanho 18

Letra original

PT
Juiz de Fora desperta cedo Sob buzinas e luz comercial Avenida Rio Branco correndo Feito artéria de pulso industrial Ônibus cruzam bairros extensos Universidade acende o saber E a cidade mistura engrenagem Café quente, estudo e viver Juiz de Fora das montanhas frias Das vitrines sob névoa sutil Teu caminho carrega Minas Junto ao peito moderno do Brasil Princesa erguida nas alterosas De energia, comércio e canção Cada bairro conserva um retrato Da memória da Zona da Mata em expansão No Mercado Central das manhãs Há tempero, conversa e rumor E o sotaque desliza tranquilo Pelas lojas banhadas de cor Halfeld recebe estudantes Casais lentos ao fim do entardecer E os cafés das esquinas antigas Veem décadas nascer e morrer Mariano Procópio resguarda Palacetes de tempo imperial E o Museu conserva nas salas Um Brasil de feição memorial Pelas ruas da São Mateus A boemia derrama clarão Violões cruzam noites compridas Sob letreiros e circulação Juiz de Fora das montanhas frias Das vitrines sob névoa sutil Teu caminho carrega Minas Junto ao peito moderno do Brasil Princesa erguida nas alterosas De energia, comércio e canção Cada bairro conserva um retrato Da memória da Zona da Mata em expansão Da Catedral sobe o bronze Misturado ao rumor estudantil UFJF ilumina horizontes Para gente chegada de muitos mil E a cidade prossegue desperta Sem repouso no ciclo urbano Misturando passado e futuro Sob janeiro, garoa e piano Juiz de Fora das montanhas frias Das vitrines sob névoa sutil Teu caminho carrega Minas Junto ao peito moderno do Brasil Princesa erguida nas alterosas De energia, comércio e canção Cada bairro conserva um retrato Da memória da Zona da Mata em expansão

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