LAROYÊ (O Sino da Igrejinha / Poesia Meu Amigo / Ô Luar Ô Luar)
Português

Letra de LAROYÊ (O Sino da Igrejinha / Poesia Meu Amigo / Ô Luar Ô Luar)

GêneroGospel / Religious
Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
O sino da igrejinha faz Belém-blém-blom O sino da igrejinha faz Belém-blém-blom Deu meia-noite, o galo já cantou Seu Tranca-Rua que é dono da gira Oi, corre, gira, que Ogum mandou Seu Tranca-Rua que é dono da gira Oi, corre, gira, que Ogum mandou Eu andava pelo Mundo perdido sem direção Toda noite, noite dia totalmente sem noção O aqué que eu ganhava na mesmo noite eu gastava E assim levava a vida numa boa gargalhada Me reergui com Pai Ogum Que me deu novo caminho Omolú foi minha bênção e seu Zé o meu padrinho Exu veio com a mensagem que mexeu meu coração Ele chegou no dia seguinte a Sexta-feira da paixão Me empurrou num barravento e deu logo seu Recado Ele disse o certo é certo e o errado é pra ser cobrado Ô Luar Ô Luar Ô luar, ô luar, ô luar Mas ele é o dono da rua Ô luar, ô luar, ô luar Mas ele é o dono da rua Quem cometeu as suas faltas Peça perdão a tranca rua Tanto sangue derramado (ô luar) Em cima do frio chão Onde mora tranca-ruas Mora lá no meu portão

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