Entre o Galpão e a Mangueira
Português

Letra de Entre o Galpão e a Mangueira

ÁlbumAlma de Fronteira
Ano2003
GêneroNativista
Duração4:25
Idioma originalPortuguês
Visualizações4.1K
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Tamanho 18

Letra original

PT
Tanta cosa' aqui se passa, uma conversa parceira Uma costura bem feita ponteando uma corda chata Um truco bem orelhado pra os ressábios de um embido E a bendição da cachaça na volta de algum bolicho A poeira das invernadas que vem nas patas dos bois A voz antiga do avô na sombra dessas ramadas É no palanque cravado que a alma da curunilha Estira a alma de um potro bem antes de uma rendilha Estira a alma de um potro bem antes de uma rendilha É na soltada do gado Que se impacienta meu Mouro Aliviando a porteira Pra os causo de algum estouro Tanta milonga que vem Ao repensar minha raça Ao reencontrar meu sinuelos Junto ao fogão e a fumaça É na soltada do gado Que se impacienta meu Mouro Aliviando a porteira Pra os causo de algum estouro Tanta milonga que vem Ao repensar minha raça Ao reencontrar meu sinuelos Junto ao fogão e a fumaça Às vezes, alguma estrela, lacrimejando um recuerdo Recria a copla perdida que eu esqueci em mim mesmo Ou na alegria tamanha nos olhos do meu Oveiro Que espicha a alma de perro no catre, junto aos arreios Tristeza, aqui, eu assumo, sempre assumi bem jujada Deixo, no más, que se renda aos feitiços da guitarra Entre o galpão e a mangueira, a vida é bugra e enfeitiça E retempera os aprontes pras investidas da lida E retempera os aprontes pras investidas da lida É na soltada do gado Que se impacienta meu Mouro Aliviando a porteira Pra os causo de algum estouro Tanta milonga que vem Ao repensar minha raça Ao reencontrar meu sinuelos Junto ao fogão e a fumaça É na soltada do gado Que se impacienta meu Mouro Aliviando a porteira Pra os causo de algum estouro Tanta milonga que vem Ao repensar minha raça Ao reencontrar meu sinuelos Junto ao fogão e a fumaça

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