Banca do Destinto
Português

Letra de Banca do Destinto

GêneroForro
Duração5:09
Idioma originalPortuguês
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Tamanho 18

Letra original

PT
Não fala com pobre, não dá mão a preto, não carrega embrulho Prá que tanta pose doutor? Prá que esse orgulho? A bruxa que é cega, esbarra na gente, a vida estanca O infarto te pega doutor, acaba essa banca A vaidade é assim, põe o tonto no alto, retira a escada Fica por perto esperando sentada Mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do tonto Afinal, todo mundo é igual, quando o tombo termina Com terra por cima e na horizontal Não fala com pobre, não dá mão a preto, não carrega embrulho Prá que tanta pose doutor? Prá que esse orgulho? A bruxa que é cega, esbarra na gente, a vida estanca Trombose te pega doutor, acaba essa banca A vaidade é assim, põe o tonto no alto retira a escada Fica por perto esperando sentada Cedo ou tarde ele acaba no chão Mais alto o coqueiro maior é o tombo do coco afinal Todo mundo é igual quando o tombo termina Com terra por cima e na horizontal

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