O Terror Do Boteco
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Letra de O Terror Do Boteco

Idioma originalPortuguês
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Letra original

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Eu cheguei pisando firme, fiz a terra estremecer Sou caboclo de linhagem que não nasceu pra perder Vim do ventre das montanhas, lá das brenhas de Minas Onde o homem vira fera quando encontra as serpentinas Meu pai era ferro e fogo, minha mãe era tempestade Eu carrego no meu sangue o peso da liberdade Não me venha com conversa, nem olhe torto pra mim Minha paciência é curta, bem menor é o istopim Se eu entro num fandango, o poeirão logo levanta Minha voz ecoa forte, sai rasgando da garganta Quem quiser medir a força, que se prepare pro baque Sou mineiro destemido, sempre pronto pro ataque Abre a roda, moçada, que o Gerais chegou Onde eu ponho a minha mão, o silêncio acabou! Eu sou o cara delas, o terror do boteco Minha fama corre longe, no sertão vira eco Se a briga é por honra, eu não fujo da raia Faço o vento virar fogo e a coragem não falha Sou o Quebra-Demanda, o mestre do relance Minha vida é um perigo, não me dê nenhuma chance! Eu sou o cara delas, o terror do boteco Minha fama corre longe, no sertão vira eco Se a briga é por honra, eu não fujo da raia Faço o vento virar fogo e a coragem não falha Sou o Quebra-Demanda, o mestre do relance Minha vida é um perigo, não me dê nenhuma chance!

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