Nas Margens do Rio
Português

Letra de Nas Margens do Rio

GêneroGospel / Religious
Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
Nas margens do tempo onde o vento se desfaz Corre um rio antigo que nunca volta atrás Carrega nas entranhas segredos de ilusão Correntezas de incertezas que cortam o chão Leitos de pureza sob pedras na memória Desenham caminhos que inventam outra história E no silêncio fundo que a água vem contar Há verdades que o mundo não consegue explicar Nascente de esperança brotando sem aviso Rompendo a terra dura com brilho indeciso É fonte de futuro em gotas de clarão Lavando as cicatrizes de um velho coração Águas calmas e tranquilas no descanso do olhar Como se o universo resolvesse respirar E tudo que era pressa aprende a se render No compasso lento do simples amanhecer Rio que não para, mesmo quando dói Leva o que fere e transforma o que destrói E segue seu destino sem nunca se esquecer Que até a incerteza pode renascer Nascente de esperança brotando sem aviso Rompendo a terra dura com brilho indeciso É fonte de futuro em gotas de clarão Lavando as cicatrizes de um velho coração Águas calmas e tranquilas no descanso do olhar Como se o universo resolvesse respirar E tudo que era pressa aprende a se render No compasso lento do simples amanhecer

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