Vila do Sossego
Português

Letra de Vila do Sossego

ÁlbumBaioque
Ano1997
GêneroForro
Duração3:56
Idioma originalPortuguês
Visualizações2.8K
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Tamanho 18

Letra original

PT
Oh! Eu não sei se eram os antigos que diziam Em seus papiros papillon já me dizia Que nas torturas toda carne se trai E normalmente, comumente, fatalmente, felizmente Displicentemente o nervo se contrai Ô Ô Ô Ô... com precisão Nos aviões que vomitavam pára-quedas Nas casamatas, casas vivas, caso morras E nos delírios meus grilos temer O casamento, rompimento, sacramento, documento Como um passatempo quero mais te ver Ô Ô Ô Ô...com aflição Meu treponema não é pálido nem viscoso Os meus gametas se agrupam no meu som E as querubinas meninas rever O compromisso, submisso, rebuliço no cortiço Chamo o Padre Cícero para me benzer Ô Ô Ô Ô... com devoção

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