Samba-Enredo 2005 - Cravo de Ouro, Eu Também Sou da Lira e Não Quero Negar
Português

Letra de Samba-Enredo 2005 - Cravo de Ouro, Eu Também Sou da Lira e Não Quero Negar

GêneroSamba Enredo
Duração5:27
Idioma originalPortuguês
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Tamanho 18

Letra original

PT
Germinou No berço dourado a semente de Tupã Que floresceu, e o Cravo carioca Com "c" de índio na Bahia nasceu Almas das matas verdejantes Trazem força e energia Seduzindo a emoção O Morro da Urca, que herdou Transformou no Instituto Cultural Notável pesquisador da musicalidade nacional Em seus primeiros passos Com reco-recos e pandeiros Índios e negros foram pioneiros Chiquinha guerreira Atabaques e terreiro, a Tia Ciata O primeiro samba pelo telefone Malandro Chiquinha guerreira Atabaques e terreiro, a Tia Ciata O primeiro samba pelo telefone Malandro Nasceu na lapa Vem, estão voltando as flores Na sublime poesia Passeando na imaginação Grandes bailes da MPB Máscaras bailando no salão Cinema, cultura e arte Liberdade, não calem nossa voz Gira baiana a anunciar Quem é do samba não pode faltar Sou Tuiuti não vou negar Sou da lira, sou assim O cravo de ouro Sou Tuiuti não vou negar Sou da lira, sou assim O cravo de ouro Ricardo Cravo Albin

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