Rês Extraviada
Português

Letra de Rês Extraviada

ÁlbumDo Jeito Que o Povo Gosta
Ano2001
GêneroNativista
Duração3:38
Idioma originalPortuguês
Visualizações300
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Tamanho 18

Letra original

PT
De parcerito na tropa, num lançante campo aberto Coxilha em pronto horizonte, nuvens escuras por perto O tempo feio se ajeita, se enrusga assustando o gado Rebolca o vento e vem chuva, deixando o poncho molhado Por certo que o mês de junho judia qualquer tropeiro Traz enteperes guascaços de encarangar o campeiro No campo o minuano canta, assombrando as noites charruas Serena, se vem tormenta, tenteando noites de Lua Não é que a rês assustada se desgarrou da manada Parecendo abrir cancela num rodeio em gineteada No más saltei nos pelegos, cruzei pantano, enxurrada Naquela noite guasqueira de trás da rês desgarrada Eu tenho por lei da estância não deixar um boi na estrada Nem mesmo chuva e tormenta me deixa rês extraviada Eu atrasei numa noite o findar daquela tropeada Mas entreguei pro patrão a tropilha encomendada Por ser tropeiro trago em mim o pó da estrada Na estampa pura de quem vive de tropeada Por ser tropeiro trago em mim o pó da estrada Na estampa pura de quem vive de tropeada

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