Desgarrados
Português

Letra de Desgarrados

Álbum30 Anos de Califórnia
Ano2001
GêneroNativista
Duração4:12
Idioma originalPortuguês
Visualizações18.2K
AaLeitura
Tamanho 18

Letra original

PT
Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas Fazem biscates pelos mercados, pelas esquinas, Carregam lixo, vendem revistas, juntam baganas E são pingentes das avenidas da capital Eles se escondem pelos botecos entre cortiços E pra esquecerem contam bravatas, velhas histórias E então são tragos, muitos estragos, por toda a noite Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho. Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade Viram copos viram mundos, mas o que foi nunca mais será. Cevavam mate,sorriso franco, palheiro aceso Viraram brasas, contavam casos, polindo esporas, Geada fria, café bem quente, muito alvoroço, Arreios firmes e nos pescoços lenços vermelhos. Jogo do osso, cana de espera e o pão de forno O milho assado, a carne gorda, a cancha reta Faziam planos e nem sabiam que eram felizes Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho. Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas Viraram brasas, contavam casos, polindo esporas, Carregam lixo, vendem revistas, juntam baganas Arreios firmes e nos pescoços lenços vermelhos. Cevavam mate,sorriso franco, palheiro aceso Fazem biscates pelos mercados, pelas esquinas, Geada fria, café bem quente, muito alvoroço, E são pingentes das avenidas da capital Jogo do osso, cana de espera e o pão de forno O milho assado, a carne gorda, a cancha reta Faziam planos e nem sabiam que eram felizes Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho. Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade Viram copos viram mundos, mas o que foi nunca mais será.

Mais de Joca Martins

Joca Martins →

Letras relacionadas