Adeus
Português

Letra de Adeus

GêneroPop
Idioma originalPortuguês
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Tamanho 18

Letra original

PT
O tempo tece a saudade em meus dias A doçura dos antigos sorrisos se esvai Como uma estrela de brilho singular Em cada passo, o medo de tropeçar A ausência está presente em todo lugar Resta a essência que retrata a dor com pesar O espelho reflete a imagem exausta, farta e consumida Pela liberdade de antes, agora apreendida A voz rouca, ressoa um sublime eco de amor O vazio chegou, anunciando que a jornada findou Aquele jardim de afeto outrora semeado Já não floresce, nem sequer é regado Não existe mais pressa, nem mais desespero Nas linhas do tempo, sem qualquer exagero Ainda se lê o forte laço que cada palavra tecia Legado de histórias que ninguém acreditaria No porta-retrato, a estampa que causa tormento Traz de volta, meu Deus, aquele tempo A voz rouca, ressoa um sublime eco de amor O vazio chegou, anunciando que a jornada findou Aquele jardim de afeto outrora semeado Já não floresce, nem sequer é regado As escrituras que o tempo sutilmente gravou São apenas memórias esquecidas, sem valor Agora, a vida semeia o que a alma pressente Pelo fim aguardado, resta ser paciente Reminiscências valsam no pensamento Sem contentamento pelo fim, tão somente lamento A voz rouca, ressoa um sublime eco de amor O vazio chegou, anunciando que a jornada findou Aquele jardim de afeto outrora semeado Já não floresce, nem sequer é regado

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